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Biotech Patent News: CRISPR modificado

Ainda não recebi o ok da Pós-Graduação para publicar na página o meu Trabalho Final sobre CRISPR, mas como estou apaixonada sobre o assunto, vou aproveitar e divulgar um dos novos usos para o Sistema CRISPR sobre o qual já falei aqui. Um grupo de pesquisa do Instituto Salk, na Califórnia está usando o CRISPR não para editar o genoma cortando-o, mas como um interruptor para simplesmente ligar e desligar genes específicos. As mudanças resultantes disso não são genéticas, são epigenéticas. Literalmente falando, epigenético significa “acima do gene”. O epigenoma diz a um genoma o que fazer. Ao modificar o epigenoma, é possível controlar como um gene se comporta sem de fato modificar qualquer DNA diretamente. É meio que como a edição genética, mas sem, de fato, fazer qualquer edição.



Essa técnica tem a vantagem de evitar os efeitos indesejados da edição que podem ocasionar mutações levam a problemas como tumores ou doenças genéticas.


Em ratos, eles conseguiram reverter sintomas de doenças renais, diabetes tipo 1 e uma forma de distrofia muscular. No rato com doença renal, por exemplo, transformaram dois genes associados com função renal e viram a função renal melhorar. Curar ratos com doenças pode estar a um ou dez passos de curar doenças em humanos, mas ainda é um passo significativo em uma direção muito promissora.


Para a notícia, escrita por Kristen V. Brown, em português, clique aqui. Para o artigo original, clique aqui.

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